Costumo dizer que sempre deixamos muito de nós no que escrevemos, portanto aqui tem tudo que eu penso, quero, e sou. Talvez essa seja a causa da minha "quase-obsessão" por escrever: querer e tentar me conhecer melhor. Eu escrevo muito, e funciona como uma terapia para mim. Mas isso não quer dizer que eu escreva bem! São apenas tentativas de expressar sentimentos, de dizer o que não pode ser dito, e de se sentir o que se diz por desejar. São relatos, desabafos, manhas, crises e MOMENTOS ANÍMICOS.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Após onze anos eu tô em um lugar diferente, com pessoas diferentes, levando uma vida completamente diferente. Ou quase. Bom, eu não acordo mais 06h15 da manhã.
A melhor parte de alguma coisa acabar, é saber que outra está por vir.
A melhor parte de alguma coisa começar, é saber que podemos fazer tudo diferente.
Espero não me decepcionar comigo mesma.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
três e vinte e sete, e eu não arrumei as malas.
Eu procurava por quem suspirar.
Os olhos cerrados pelo medo, naquela hora entreabertos pela esperança, não sorriram, mas invejaram a boca.
Não era o primeiro beijo, e não começava ali uma grande história.
Concretizava-se.
Um pouco de nada que virou tudo.
TUDO.
domingo, 25 de abril de 2010
momento anímico de cinco de abril, 22h18
*folha na qual foi escrito o texto antes de vir para o blog :D
Quem disse que os textos precisam de um tempo na gaveta** para parecerem melhores, acertou. Eu leio tudo que eu escrevo, umas quinhentas vezes cada linha, e inclusive a que você está lendo agora deve ter sido alterada pelo menos cinco vezes - e ainda não ficou boa o bastante. É que quando eu escrevo e em seguida já leio, tenho a sensação de que tudo parece pouco perto do que eu quero dizer. E é por isso que só agora eu estou postando esses momentos anímicos, que depois de uns dias de amadurecimento forçado, sem que uma palavra fosse alterada, parecem agora estar prontos. Droga, isso tá ficando uma porcaria. Nem vou colocar como introdução. Vai lá pro final. Só para constar. Droga. Tchau!
Tá, mais um.
"O poeta é o maior fingidor que existe. Farsante, hipócrita até mesmo em sua sinceridade, constrangedor em sua intimidade, sensível na teoria prática do papel, sofredor de bar, de colo, de amor. Feliz é o poeta que consegue se expressar, enquanto eu perco tempo tentando o definir, apenas por inveja, por não conseguir dizer agora o que eu quero."
shittttttttttttttt
TUDOMEU.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
FELIZ PÁSCOA.
Mas aí vai alguns que eu achei perdidos por aquiiii nas minhas gavetas haha..
"Coração, mente e respiração ofegantes. Braços, pernas e medo incontroláveis. Movimentos, gestos e idéias limitados. Inquietação, vontade e amor sem fim. Dói sem ferir. E arde. E alastra-se rápido como notícia ruim. Notícia de que alguém se foi. Pelo menos dentro de mim. Pelo menos por um bom tempo. E talvez não seja tão ruim assim."
"Par perfeito? Alguém que me surpreenda, que me faça bem, que não esteja sempre – somente - ao meu lado, mas também a um passo a frente quando eu precisar de apoio. Alguém que seja engraçado, mas que saiba ser sério. Que fale sobre tudo, mas que não goste de tudo. Que tenha opinião, visão, mas também um coração enorme. Alguém que me encante, mas num sentido tão literal que me hipnotize com palavras e principalmente com olhares que dizem tudo. Alguém cuja companhia seja um peso, um fardo suficientemente pesado para que eu possa sempre sentir que está ali, e que não tão cedo irá embora. Um fardo suficientemente desagradável principalmente quando eu estiver de mau-humor, sobressaindo-se em relação ao meu estado de espírito e fazendo com que tudo acabe em algumas boas risadas. Alguém que faça desses exageros meros eufemismos, que torne o simples algo único, que tome grandes pequenas atitudes. Alguém que me faça rir como uma idiota, sonhar alto, chorar de felicidade e de emoção. Alguém que seja companheiro, que me ame, e que me faça feliz. Alguém que eu já encontrei... "
Eu tô apa apa apaixonada por você, eu tô! ♪
Os textos são todos meus, quem copiar, por favor, CRÉDITOS!! :(
Ah, Feliz Páscoa =)
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Eu não quero esse medo ansioso, essa angústia, esse terror ao fracasso.
Eu quero paz, tranquilidade, e principalmente confiança.
Vestibular anda ocupando boa parte dos meus pensamentos, e espero que não tome conta de mim antes da hora...
Aindaaaaaaaaaaaaaaaaaa não, né?!
- Desencaixou. Quebrou. Não dá para colar.
Remendo mal feito a gente reconhece de longe.
Cadê?
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Acabei de perder um. Droga.
É que nem sonho, a gente tem que escrever logo que acorda!
Sem inspiração, justamente quando eu tenho todos os motivos do mundo pra me inspirar.
Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh, obrigada!!!!
MUITO FELIZ :)
#FALLINGFORYOU
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
É NATAL.
Acho que a questão não é desistir do que sempre quis, mas sim buscar um novo querer.
Talvez nem por tanto tempo, mas por tempo suficiente.
Talvez não seja igual... Mas sempre pode ser melhor!
Acho que quando vale a pena, esperar não cansa. Mas esperar de braços cruzados é pedir para as coisas acontecerem de qualquer jeito, e a vida não merece acontecer de qualquer jeito.
Tem que ser daquele jeito.
E eu só tô lutando pra que seja.
Pra que seja assim... Exatamente como eu nunca pensei, exatamente como deveria ser, como precisa ser... Do melhor jeito possível!
"Prometer é duvidar, é não acreditar." O que eu sonhava - Banda Hori.
Hoje É NATAL.
Eu amo isso.
Ganhei de presente algumas dúvidas extras...
Praia amanhã. Oba =)
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
uma semana pro natal.
A falta de inspiração é o maior paradoxo que existe. A falta de inspiração torna-se uma inspiração maior ainda do que se tivesse alguma, já que tantas vezes aquilo que VERDADEIRAMENTE sentimos não pode ser traduzido em palavras.
_______________________
Momento anímico madrugal de 17 de Dezembro:
Cada palavra, gesto, movimento
Cada sussuro, cada dia e momento
Cada segundo, ou instante sonolento
De tão breve se torna incrivelmente lento
Pela imensidão que adquire apesar do curto tempo
Como um grão de poeira que voa mais rápido que o vento.
____
Como se o mundo tivesse parado,
As cores se alterado,
Como se nada fosse capaz de fazer voltar ao normal.
Como se o calor passasse a ser gelado,
O mundo gritasse calado,
Como se nada pudesse não ser paradoxal.
Como se isso fizesse sentido
Se a própria derrota não tivesse assistido,
Se as pessoas fossem capazes de entender...
Que não precisavam ter rido.
Que não precisavam ter mentido.
Mas agora é difícil esquecer.
Agora é difícil.
Agora é.
Agora.
________________________________
Esse é velho, mas ainda não tinha postado aqui:
E as noites não são escuras porque assim é melhor para dormir. E os dias não são claros para que seja possível caminhar sem tropeçar. E o amor ainda existe. E a vida continua! A poesia morre a cada desistência, e ressurge como fênix no peito da esperança. Na escuridão é que se procura a luz, e na luz o escuro se omite, mas ainda existe.
Mas não entendem.
É pena.
domingo, 15 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
www.cerejanascostas.blogspot.com
Tô aqui toda boba de novo.
Bom se fosse por estar apaixonada, suspirando, ou sei lá.
É diferente disso.
Muito diferente.
Ai.
Saudade dói.
Lua faz
O nosso sentimento
Libertar o amor
Se enlouquecer...
Deixa a doidera bater
Prá nunca mais esquecer
Deixa a maré nos levar
Lalalalaiá, lalalalaiá, laiá!
Armandinho.
Eu acho que tô precisando de alguém...
Só pra lembrar como é bom ficar sozinha. =)
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Desnecessário, totalmente fruto da indignação proveniente de uma situação, ao meu ver, ridícula.
Entendo que o que eu escrevo seja confuso, exatamente porque não se sente com palavras nem se explica com sentimentos. Exatamente porque o que tento dizer é que sinto que não é certo sentir-se responsável por algo que tanto quis longe. Acho que não é normal querer tanto algo que, se lhe é oferecido, recusa. E não por desdenhar, e não por qualquer outro motivo que não seja (ou que seja) nobre. Simplesmente pelo fato de não querer. De não querer por perto, mas também não tão longe. Desejo egoísta, sentimento nutrido por algo que parece tão distante, por algo que parece inexistente, de fato.
Eu odeio me importar tanto com as coisas que não me importo.
E eu queria tanto estar ironizando, agora...
Mas com o que me importo, me importo mais.
Redundância necessária pra dizer...
"Porque eu sei que é amor.."
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Saudade. É AMANHÃ! (amo fazer aniversário, beijos)
MOMENTO ANÍMICO
A inspiração é pouca, mas o amor é muito. E de tão grande se faz infinito num curto espaço de tempo. Infindável constância inconstante faz volúveis virarem amantes parciais, mas de que vale a parcela se é o todo o que eu quero? E de que vale o amor se a eternidade é relativa? E de que vale tal relatividade se o próprio autor não sabe mais o que ela significa? Sou a exceção da regra que excetua. Sou a parte do eterno que é sem fim. Sou a chama que se apaga e não morre. O poeta que inventa paixões para não ter que deixar de amar. E afinal, que é amor? A parte da dor que faz bem, ou parte do bem que dói? Palavras não bastam e por isso falham. Meu sentimento é muito pro pouco que faço por ele. Meu coração é incapaz de suportar o que guardo, o que escondo de mim por medo. E medo de amar não vale a pena. E medo de amar é temer ser feliz. E é o medo de temer a felicidade que me torna agora falsa amante. Que de desilusão, forja um amor inexistente, que ama tão precocemente, que de amor morre. De amor morre o poeta, e nasce o inconstante. Do inconstante vem a ilusão, que forma outro amor, outro poeta, outra desistência, amor forjado, outro inconstante e, na constância dessa loucura, forma-se o amor verdadeiro: pouco ou muito romântico, mas completamente sem razão.
"Inconstante", para aqueles que não leram "A moreninha", tem o sentido de "galinha", mesmo.
amanhã é meu aniversário.
oba. =)
(uowww, momento anímico AGORIIINHA fresquinho aí embaixo)
Ai, que saudades do que não se foi. Que saudades de quem não está perto, mas que também não está perto de estar longe. Saudades de uma época nem tão distante, de um abraço nada desconhecido, de palavras completamente batidas, e de sentir o perfume que sinto todo o tempo, no ar. Que saudades do que eu achei esquecido, do que eu pensei mas não senti, do que eu sinto agora e penso todo o tempo: todo o tempo que penso. Que saudades do que eu sei que logo virá, do que eu sei que logo já terá ido, do que eu sei que eu sinto saudade. Que saudades disso que me dói agora e que, presente na dor, não mata saudade, mas mata o que eu tinha de sossego, mata o que eu tinha de tranquilidade, mata o que não resta mais. Que saudades do que sinto falta. Do que sinto... Do que falta!
Vou tomar um banho e estudar.
É amanhã.
Quantas vezes eu já disse isso?
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Talvez eu deva agradecer.
Medo.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
todos os textos aqui são meus, por favor coloquem créditos quando copiarem! :/
Meu nome é Letícia Gonçalves, muito prazer.
dia bom.
de certa maneira imaginei que essas coisas que me deixaram feliz hoje fossem acontecer.
de certa maneira imaginei que acontecessem por agora.
mas de qualquer maneira, também pensei que pudesse ficar só na imaginação.
tô feliz.
TWITTER/LELOKAH
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Não tenho saco pra atualizar.
Bate a consciência.
Bate o desespero.
Bate os dentes,
e range,
reclama,
mas sorri.
Não sabe o que diz.
Não sabe se diz.
Não sabe o que fazer,
e por isso não faz nada.
E pensa,
mas não levanta.
E sabe,
mas não age.
Para de sorrir.
Não faz sentido.
Não tem sentido.
Não quer senti-lo,
mas sente,
é amor.
Não quer aguentar,
ou sequer tentar,
não quer disfarçar,
porque sofre.
Porque ama.
Porque não é amada.
Sorri amarelo,
porque já não tem mais lágrimas.
A preguiça toma conta.
A vida continua.
O amor permanece,
e prevalece.
Não morre.
Mas não parece viver.
Saudade, saudade, saudade.
Vida, vida, vida.
A lua cheia,
já não diz mais nada.
E continuam sem entender,
que de amantes,
o hospício está cheio.
E o inferno,
de boas intenções.
Eu perdoo.
Hipocrisia.
Maluca, sim.
Apaixonada, mais.
Café com pão, dizia.
E dói.
sábado, 22 de agosto de 2009
péssimo dia.
Eu tento me manter confiante, positiva e ao menos falsamente sorridente. Mas não dá. Não tem dado certo. Minha ânsia por estabilidade me desequilibra mais a cada instante que percebo que ainda estou aqui, sentada, sem ninguém, nem nada. Não me contentava com o que tinha, pois achava que não poderia piorar. E, para variar, eu me enganei. E eu cansei. Cansei de fazer coisas por impulso. Cansei de dizer sim por pena. Ninguém nunca tem pena. Não de mim. E nem deveriam ter, de fato. Pena é algo que não exijo de ninguém: se assim fizesse, admitiria tal necessidade.
Sentir-se sozinha é quase um pecado, é quase um crime, nas minhas condições. Mas é a realidade, e é o que eu não gostaria de estar vivendo, agora. Eu não vejo ninguém. Não vejo nada. E eu, que não sinto – ao que minto – coisa alguma, me pego – começando com pronome oblíquo -, atendendo apenas a chamadas enganadas, indo somente onde não quero ir, e estando quase sempre com quem não me sinto bem. E eu tento. E eu me esforço. E eu não sei mais onde eu estou errando, ou o que posso fazer para mudar essa situação. E tudo que eu consigo pensar é sobre como eu gostaria de ser surpreendida pela vida, às vezes. Sobre como eu queria, agora, de uma vez por todas, comprovar minha tese de que tudo precisa dar errado antes de dar certo, e de que todo sofrimento acaba sendo compensado.
Odeio os dias em que eu odeio tudo. Odeio sentir isso. Odeio ficar assim. Odeio, sinceramente, ter que precisar de dias de fossa para escrever. Odeio consequentemente, ter que finalizar esta droga com aquela palavra que há tempos me persegue: e sem demasiadas explicações, só mesmo para constar... preciso dizer que ainda preciso disto. Preciso dizer que a bendita palavra continua sendo a chave. Preciso... preciso mesmo dizer... preciso realmente dizer que a palavra continua sendo... continua sendo BUSCA.
BUSCA por respostas.
Ou por ao menos uma.
E que seja boa.
sábado, 25 de julho de 2009
selá se foc, se nõa qjo doce -n faz sentido, que nem eu
esse ano tá sendo especialmente diferente.
aconteceram todas as coisas no mundo que eu não imaginava um ano atrás.
passei o dia em blumenau hoje.
comprei roupa nova, comi pra caralho, e vi casas destruídas da enchente, ainda.
massa a massa hein pai... eunaori
preciso de mais ferias, ou de motivação pra voltar pra aula...
preciso aprender a dirigir (-n), a estudar mais tempo, falar menos, e a tocar violão.
preciso de você (quem?) /de mim, de mais tempo, e de mais organização.
borboletas sempre voltam e isso é totalmente gay -sem preconceito.
vou escovar os dentes :*
Quem sou eu
- Letícia Gonçalves
- Letícia Gonçalves, catarinense, joinvilense, estudante de jornalismo.