sábado, 26 de fevereiro de 2011

Sei que é estranho eu voltar a postar depois de seis meses, haha... mas me faz falta isso aqui! Na verdade eu não tenho tido muita inspiração. Ideias aos montes, mas nada de inspiração. Porém, tenho certeza de que 2011 vai ser um ano com bons motivos para querer escrever. Eu tô animada, feliz, empolgada com a faculdade. Parece até mentira estar finalmente fazendo o que eu amo. Fazendo o que eu SEMPRE quis fazer.

Após onze anos eu tô em um lugar diferente, com pessoas diferentes, levando uma vida completamente diferente. Ou quase. Bom, eu não acordo mais 06h15 da manhã.

A melhor parte de alguma coisa acabar, é saber que outra está por vir.

A melhor parte de alguma coisa começar, é saber que podemos fazer tudo diferente.

Espero não me decepcionar comigo mesma.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Sinto, mas não consigo escrever. Há algo apertado, algo errado. Sinto e não sei descrever. Não quero rimar, e se quisesse não conseguiria. Palavras erradas, pessoas erradas, mas no lugar certo. Tudo certo.

Então o que é??????????

domingo, 18 de julho de 2010

três e vinte e sete, e eu não arrumei as malas.

Eu odeio o fato de eu sempre achar inadmissível ter que escrever mais de dez vezes até que eu consiga me expressar.

Eu procurava por quem suspirar.

Os olhos cerrados pelo medo, naquela hora entreabertos pela esperança, não sorriram, mas invejaram a boca.



Não era o primeiro beijo, e não começava ali uma grande história.

Concretizava-se.



Um pouco de nada que virou tudo.


TUDO.

domingo, 25 de abril de 2010

momento anímico de cinco de abril, 22h18

"Cada pessoa, ainda que muito escondida e intimamente, vive em busca de alguém por quem possa morrer, por quem possa querer continuar vivendo, com quem possa se sentir livre no enclausuramento de um coração. Cada pessoa, ainda que sinta vergonha disso, busca freneticamente encontrar alguém que se torne o motivo de suas loucuras, a razão de sua irracionalidade, a inspiração de poemas rabiscados, de tentativas de expressar sentimentos não compreendidos sequer por quem sente. As palavras têm exatamente o sentido que a elas atribuímos, as pessoas têm espaço na nossa vida tanto quanto permitimos, e nós amamos uma outra vida o máximo que conseguimos, sem parar para pensar que entre o mínimo e o máximo cabe o infinito, e que maior do que isso, só mesmo Deus. E esses rabiscos, moradores de gavetas**, esses pedaços de papel recheados de mentiras sinceras e verdades inexplicáveis - e por vezes improváveis -, esses fragmentos de mim... Eles são tudo que eu tenho nesse curto espaço de folha*. São tudo que eu preciso nesse curto espaço de crise. São muito do que eu significo nesse suficiente espaço de vida. São um pouco do que eu represento no infinito espaço da existência. É duro escrever sobre amor o tempo todo. É chato parecer tão sentimental. É... Melhor do que nada. Passou."



*folha na qual foi escrito o texto antes de vir para o blog :D

Quem disse que os textos precisam de um tempo na gaveta
** para parecerem melhores, acertou. Eu leio tudo que eu escrevo, umas quinhentas vezes cada linha, e inclusive a que você está lendo agora deve ter sido alterada pelo menos cinco vezes - e ainda não ficou boa o bastante. É que quando eu escrevo e em seguida já leio, tenho a sensação de que tudo parece pouco perto do que eu quero dizer. E é por isso que só agora eu estou postando esses momentos anímicos, que depois de uns dias de amadurecimento forçado, sem que uma palavra fosse alterada, parecem agora estar prontos. Droga, isso tá ficando uma porcaria. Nem vou colocar como introdução. Vai lá pro final. Só para constar. Droga. Tchau!


Tá, mais um.



"O poeta é o maior fingidor que existe. Farsante, hipócrita até mesmo em sua sinceridade, constrangedor em sua intimidade, sensível na teoria prática do papel, sofredor de bar, de colo, de amor. Feliz é o poeta que consegue se expressar, enquanto eu perco tempo tentando o definir, apenas por inveja, por não conseguir dizer agora o que eu quero."

shittttttttttttttt




TUDOMEU.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

domingo, 4 de abril de 2010

FELIZ PÁSCOA.

Quanto mais tempo eu fico sem escrever aqui, mais eu percebo o quanto minhas "produções" estão diminuindo hahaha... Passo meses sem postar e nunca tenho muitos textos "arquivados e, ou "em espera" :/

Mas aí vai alguns que eu achei perdidos por aquiiii nas minhas gavetas haha..


"Coração, mente e respiração ofegantes. Braços, pernas e medo incontroláveis. Movimentos, gestos e idéias limitados. Inquietação, vontade e amor sem fim. Dói sem ferir. E arde. E alastra-se rápido como notícia ruim. Notícia de que alguém se foi. Pelo menos dentro de mim. Pelo menos por um bom tempo. E talvez não seja tão ruim assim.
"





"Par perfeito? Alguém que me surpreenda, que me faça bem, que não esteja sempre – somente - ao meu lado, mas também a um passo a frente quando eu precisar de apoio. Alguém que seja engraçado, mas que saiba ser sério. Que fale sobre tudo, mas que não goste de tudo. Que tenha opinião, visão, mas também um coração enorme. Alguém que me encante, mas num sentido tão literal que me hipnotize com palavras e principalmente com olhares que dizem tudo. Alguém cuja companhia seja um peso, um fardo suficientemente pesado para que eu possa sempre sentir que está ali, e que não tão cedo irá embora. Um fardo suficientemente desagradável principalmente quando eu estiver de mau-humor, sobressaindo-se em relação ao meu estado de espírito e fazendo com que tudo acabe em algumas boas risadas. Alguém que faça desses exageros meros eufemismos, que torne o simples algo único, que tome grandes pequenas atitudes. Alguém que me faça rir como uma idiota, sonhar alto, chorar de felicidade e de emoção. Alguém que seja companheiro, que me ame, e que me faça feliz. Alguém que eu encontrei... "

Eu tô apa apa apaixonada por você, eu tô! ♪














Os textos são todos meus, quem copiar, por favor, CRÉDITOS!! :(


Ah, Feliz Páscoa =)

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Expectativa é uma palavra que serve de eufemismo para "medo ansioso". Talvez seja perda de tempo, sofrimento por antecipação, prolongar a espera quando justamente o que se quer é que tudo aconteça logo, porém que dure tempo o suficiente para podermos dizer que valeu a pena. E eu digo que é prolongar a espera exatamente por saber como as coisas que esperamos parecem demorar mais. E depois percebemos como as horas voaram, e que não tem volta.

Eu não quero esse medo ansioso, essa angústia, esse terror ao fracasso.

Eu quero paz, tranquilidade, e principalmente confiança.

Vestibular anda ocupando boa parte dos meus pensamentos, e espero que não tome conta de mim antes da hora...

Aindaaaaaaaaaaaaaaaaaa não, né?!







- Desencaixou. Quebrou. Não dá para colar.


Remendo mal feito a gente reconhece de longe.
















Cadê?

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Momentos anímicos podem ser curtos e literalmente momentâneos, como também podem ser longos, tornando-se fases. Não importando o tamanho, o que todos os tipos têm em comum é o fato de não poderem ser interrompidos. São únicos, assim como certas coisas na vida... Daí a importância em registrá-los.






Acabei de perder um. Droga.

É que nem sonho, a gente tem que escrever logo que acorda!


Sem inspiração, justamente quando eu tenho todos os motivos do mundo pra me inspirar.







Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh, obrigada!!!!



MUITO FELIZ :)




#FALLINGFORYOU



sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

É NATAL.

Não que eu acredite que esperança tenha limites... Mas tenho certeza de que felicidade não tem!

Acho que a questão não é desistir do que sempre quis, mas sim buscar um novo querer.


Talvez nem por tanto tempo, mas por tempo suficiente.

Talvez não seja igual... Mas sempre pode ser melhor!

Acho que quando vale a pena, esperar não cansa. Mas esperar de braços cruzados é pedir para as coisas acontecerem de qualquer jeito, e a vida não merece acontecer de qualquer jeito.

Tem que ser daquele jeito.

E eu só tô lutando pra que seja.

Pra que seja assim... Exatamente como eu nunca pensei, exatamente como deveria ser, como precisa ser... Do melhor jeito possível!


"Prometer é duvidar, é não acreditar." O que eu sonhava - Banda Hori.



Hoje É NATAL.

Eu amo isso.




Ganhei de presente algumas dúvidas extras...


Praia amanhã. Oba =)

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

uma semana pro natal.

A primeira coisa que precisa ser clara na mente de alguém que escreve, é que não só a verdade serve de inspiração. Não só sentimentos existentes, acontecimentos reais, não só realidade ou desejos inspiram alguém. Cazuza já dizia... "O nosso amor a gente inventa pra se distrair", e eu acho que é bem por aí. Tem gente que se assusta com as coisas que eu escrevo, e por isso eu preciso deixar claro que quase sempre as minhas palavras são frutos de coisas que eu não sinto, ou que sinto tão intimamente, que não podem ser tratadas como algo REAL ou CONCRETO. O que eu tento dizer é que quem fala de amor não precisa amar, que quem fala de dor não precisa sofrer, que quem fala da vida e escreve o que ela inspira, apenas expõe em palavras o que gostaria de dizer, e não necessariamente por causa de quaisquer necessidades provenientes de situações vividas...

A falta de inspiração é o maior paradoxo que existe.
A falta de inspiração torna-se uma inspiração maior ainda do que se tivesse alguma, já que tantas vezes aquilo que VERDADEIRAMENTE sentimos não pode ser traduzido em palavras.

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Momento anímico madrugal de 17 de Dezembro:


Cada palavra, gesto, movimento
Cada sussuro, cada dia e momento
Cada segundo, ou instante sonolento
De tão breve se torna incrivelmente lento
Pela imensidão que adquire apesar do curto tempo
Como um grão de poeira que voa mais rápido que o vento.


____

Como se o mundo tivesse parado,
As cores se alterado,
Como se nada fosse capaz de fazer voltar ao normal.
Como se o calor passasse a ser gelado,
O mundo gritasse calado,
Como se nada pudesse não ser paradoxal.
Como se isso fizesse sentido
Se a própria derrota não tivesse assistido,
Se as pessoas fossem capazes de entender...
Que não precisavam ter rido.
Que não precisavam ter mentido.
Mas agora é difícil esquecer.

Agora é difícil.
Agora é.
Agora.



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Esse é velho, mas ainda não tinha postado aqui:

E as noites não são escuras porque assim é melhor para dormir. E os dias não são claros para que seja possível caminhar sem tropeçar. E o amor ainda existe. E a vida continua! A poesia morre a cada desistência, e ressurge como fênix no peito da esperança. Na escuridão é que se procura a luz, e na luz o escuro se omite, mas ainda existe.

Mas não entendem.

É pena.


domingo, 15 de novembro de 2009

Tá faltando...

Alguma coisa.

www.cerejanascostas.blogspot.com atualizado :*

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

www.cerejanascostas.blogspot.com

Ouvindo armandinho loucamente... demorou pra eu saber o que eu queria ouvir. Fiquei passando por várias listas de "melhores músicas de 2009" só pra tentar entender o que eu queria, e por que eu não aguentava ouvir meia música, muito menos uma inteira. Agora ouvindo váárias seguidas do armandinho, num momento nostalgia total. Lembra praia, pra mim. Fiquei mais leve. Eu tô com vontade de escrever e nem sei o que, ainda... Na realidade eu queria continuar a história que eu tô escrevendo no meu outro blog (cerejanascostas.blogspot.com), mas pra isso eu tô com preguiça. Tô cansada, sei lá. Quero tomar um banho e deitar um pouco. Preciso ler, também. E deveria ter estudado pro simulado ou pelo menos começado o trabalho de história, mas eu realmente tô a fim de fazer nada hoje. Até vi tv. Raridade.

Tô aqui toda boba de novo.

Bom se fosse por estar apaixonada, suspirando, ou sei lá.

É diferente disso.

Muito diferente.



Ai.




Saudade dói.



Lua faz
O nosso sentimento
Libertar o amor
Se enlouquecer...

Deixa a doidera bater
Prá nunca mais esquecer
Deixa a maré nos levar

Lalalalaiá, lalalalaiá, laiá!


Armandinho.




Eu acho que tô precisando de alguém...
Só pra lembrar como é bom ficar sozinha. =)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Desnecessário, totalmente fruto da indignação proveniente de uma situação, ao meu ver, ridícula.

Eu deveria definitivamente estar estudando, ou pelo menos dormindo. Acho que seria ótimo se eu perdesse a mania de escrever sobre coisas que eu não quero pensar exatamente nos momentos em que tudo que eu não posso fazer é perder tempo, muito menos com coisas que me fazem mal. Eu sei que não parece fazer sentido, mas a questão é que eu fico agoniada se não extravaso o que eu sinto, mesmo que sejam em momentos totalmente inapropriados, já que eu deveria rever prioridades e colocar a razão acima das minhas turbulentas e batidas emoções exageradamente repletas de escassez. Eu continuo sem saber por que me afeta tanto quando na verdade não faz diferença. Eu continuo sem entender meu desejo egoísta, minha quase-dor completamente paradoxal, meu sentimento cheio de nada. De nada, mesmo. Mas eu só precisava dizer: "EU DISSE". Eu precisava daquelas pessoas de novo só para poder dizer que eu avisei. Eu queria voltar no tempo, saber do futuro - que é o presente agora-, e provar para aqueles que riram de mim, que o que eu imaginei, se concretizou. Era tudo tão implicitamente claro, tão explicitamente escondido, tão radical que parecia o contrário do que tentava ser. Mas só eu via isso. Só eu. E agora só eu vejo, mais uma vez, com outros olhos. O que a dor tenta esconder, não muda a verdade. O que o amor tenta conseguir pela força, não valida o que não existe! Poderiam dizer que é o mais confortável de se pensar, mas eu sei do que eu estou falando! Eu sei que eu cito um amor inexistente proveniente de uma mentira, de uma doença, de uma coisa qualquer que não seja reciprocidade. Eu sei que se quisesse eu não iria querer, e portanto eu sei que é hipocrisia, eu sei que eu não deveria saber de nada, mas eu sei! Eu sempre soube! De alguma coisa eu deveria saber. E sabia, mesmo.

Entendo que o que eu escrevo seja confuso, exatamente porque não se sente com palavras nem se explica com sentimentos. Exatamente porque o que tento dizer é que sinto que não é certo sentir-se responsável por algo que tanto quis longe. Acho que não é normal querer tanto algo que, se lhe é oferecido, recusa. E não por desdenhar, e não por qualquer outro motivo que não seja (ou que seja) nobre. Simplesmente pelo fato de não querer. De não querer por perto, mas também não tão longe. Desejo egoísta, sentimento nutrido por algo que parece tão distante, por algo que parece inexistente, de fato.


Eu odeio me importar tanto com as coisas que não me importo.


E eu queria tanto estar ironizando, agora...









Mas com o que me importo, me importo mais.
Redundância necessária pra dizer...


"Porque eu sei que é amor.."



quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Saudade. É AMANHÃ! (amo fazer aniversário, beijos)

Eu deveria estar estudando para a prova de história, mas fiquei com vontade de digitar - e postar aqui - um texto que surgiu num momento anímico no meio de uma aula de redação na qual eu estava prestes a dormir. :)

MOMENTO ANÍMICO

A inspiração é pouca, mas o amor é muito. E de tão grande se faz infinito num curto espaço de tempo. Infindável constância inconstante faz volúveis virarem amantes parciais, mas de que vale a parcela se é o todo o que eu quero? E de que vale o amor se a eternidade é relativa? E de que vale tal relatividade se o próprio autor não sabe mais o que ela significa? Sou a exceção da regra que excetua. Sou a parte do eterno que é sem fim. Sou a chama que se apaga e não morre. O poeta que inventa paixões para não ter que deixar de amar. E afinal, que é amor? A parte da dor que faz bem, ou parte do bem que dói? Palavras não bastam e por isso falham. Meu sentimento é muito pro pouco que faço por ele. Meu coração é incapaz de suportar o que guardo, o que escondo de mim por medo. E medo de amar não vale a pena. E medo de amar é temer ser feliz. E é o medo de temer a felicidade que me torna agora falsa amante. Que de desilusão, forja um amor inexistente, que ama tão precocemente, que de amor morre. De amor morre o poeta, e nasce o inconstante. Do inconstante vem a ilusão, que forma outro amor, outro poeta, outra desistência, amor forjado, outro inconstante e, na constância dessa loucura, forma-se o amor verdadeiro: pouco ou muito romântico, mas completamente sem razão.




"Inconstante", para aqueles que não leram "A moreninha", tem o sentido de "galinha", mesmo.



amanhã é meu aniversário.

oba. =)













(uowww, momento anímico AGORIIINHA fresquinho aí embaixo)

Ai, que saudades do que não se foi. Que saudades de quem não está perto, mas que também não está perto de estar longe. Saudades de uma época nem tão distante, de um abraço nada desconhecido, de palavras completamente batidas, e de sentir o perfume que sinto todo o tempo, no ar. Que saudades do que eu achei esquecido, do que eu pensei mas não senti, do que eu sinto agora e penso todo o tempo: todo o tempo que penso. Que saudades do que eu sei que logo virá, do que eu sei que logo já terá ido, do que eu sei que eu sinto saudade. Que saudades disso que me dói agora e que, presente na dor, não mata saudade, mas mata o que eu tinha de sossego, mata o que eu tinha de tranquilidade, mata o que não resta mais. Que saudades do que sinto falta. Do que sinto... Do que falta!





Vou tomar um banho e estudar.
É amanhã.



Quantas vezes eu já disse isso?

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Minha inspiração se foi.

Talvez eu deva agradecer.




Medo.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

todos os textos aqui são meus, por favor coloquem créditos quando copiarem! :/

A gente tenta ser agradável com as pessoas erradas, e acaba se auto-punindo quando percebe que pareceu babaca. A gente tenta parecer inteligente perto de gente que é inteligente, e ao invés de parecer "do meio", a gente fica, de novo, de babaca. A gente tenta ser legal, e parece babaca. A gente tenta ser engraçado, e parece babaca. A gente tenta escrever algo que preste, e só sai coisa babaca! Eu, particularmente, odeio a palavra "babaca". É que nem "maravilhoso" ou "fantástico". Quem fala, passa por babaca. Babaquice maior que essas, só existe a de pensar que não se é babaca, quando na realidade é. Gente que se acha inturmada demais e na verdade paga de babaca, é menos ou mais frustrada do que quem é de fato inturmado e só tem amigos babacas? Que conversa babaca, hein?! O fato é que a gente tenta ser milhares de coisas, e pessoas, e não vê que só deixa de ser babaca quem não deixa de ser o que é, por mais babaca que seja. E daí se isso não faz sentido pra você? Tantas coisas não fazem sentido para mim! Qual o sentido na discriminação, no preconceito? Qual o sentido de acreditar em um Deus que pune e castiga? Não é notado aí um paradoxo? Se Deus é bondade e amor supremo, como deixa uns nascerem pobres e outros ricos? Como permite que uns tenham oportunidade de nascerem saudáveis e fortes, enquanto outros nascem com deficiências ou doenças que dificultam muitas vezes a vida social, e causam dor!? QUE DEUS É ESSE? Um Deus no qual eu não acredito, certamente. Eu creio em um Deus que AMA, em um Deus que CUIDA, em um Deus que NÃO PUNE, mas nos dá o livre arbítrio para fazermos nossas escolhas, e ainda me concede, veja só, outras oportunidades, para que eu possa alcançar o degrau mais alto, que me faça ficar mais perto Dele! Eu acredito em Reencarnação, no AMOR divino e na EVOLUÇÃO. Eu não acredito em destino, não acredito em sorte, e acho que "azar", cada um faz o seu. Não acredito em fim, mas em passagem. Não acredito em muitas coisas, mas acredito em mim, em você, e no PROGRESSO. Acredito em et's, acredito em Jesus, e na Ciência. Não acredito em tudo que me dizem, mas também não desconsidero uma só palavra. Não sou melhor, nem pior. Não sou moralista, não sou perfeita, não sou completamente certa ou qualquer coisa assim. Eu sou Brasileira, sou Catarinense, Joinvillense, Libriana, Futura Jornalista, e sou Espírita, com muito ORGULHO!

Meu nome é Letícia Gonçalves, muito prazer.









dia bom.
de certa maneira imaginei que essas coisas que me deixaram feliz hoje fossem acontecer.
de certa maneira imaginei que acontecessem por agora.
mas de qualquer maneira, também pensei que pudesse ficar só na imaginação.

tô feliz.




TWITTER/LELOKAH

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Pode ser tudo, menos saudade.
Pode ser muitas coisas, inclusive raiva.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Não tenho saco pra atualizar.

Bate o frio.
Bate a consciência.
Bate o desespero.
Bate os dentes,
e range,
reclama,
mas sorri.

Não sabe o que diz.
Não sabe se diz.
Não sabe o que fazer,
e por isso não faz nada.
E pensa,
mas não levanta.
E sabe,
mas não age.
Para de sorrir.

Não faz sentido.
Não tem sentido.
Não quer senti-lo,
mas sente,
é amor.

Não quer aguentar,
ou sequer tentar,
não quer disfarçar,
porque sofre.
Porque ama.
Porque não é amada.
Sorri amarelo,
porque já não tem mais lágrimas.

A preguiça toma conta.
A vida continua.
O amor permanece,
e prevalece.
Não morre.
Mas não parece viver.

Saudade, saudade, saudade.
Vida, vida, vida.
A lua cheia,
já não diz mais nada.
E continuam sem entender,
que de amantes,
o hospício está cheio.
E o inferno,
de boas intenções.

Eu perdoo.
Hipocrisia.
Maluca, sim.
Apaixonada, mais.

Café com pão, dizia.









E dói.

sábado, 22 de agosto de 2009

péssimo dia.

Eu tento me manter confiante, positiva e ao menos falsamente sorridente. Mas não dá. Não tem dado certo. Minha ânsia por estabilidade me desequilibra mais a cada instante que percebo que ainda estou aqui, sentada, sem ninguém, nem nada. Não me contentava com o que tinha, pois achava que não poderia piorar. E, para variar, eu me enganei. E eu cansei. Cansei de fazer coisas por impulso. Cansei de dizer sim por pena. Ninguém nunca tem pena. Não de mim. E nem deveriam ter, de fato. Pena é algo que não exijo de ninguém: se assim fizesse, admitiria tal necessidade.

Sentir-se sozinha é quase um pecado, é quase um crime, nas minhas condições. Mas é a realidade, e é o que eu não gostaria de estar vivendo, agora. Eu não vejo ninguém. Não vejo nada. E eu, que não sinto – ao que minto – coisa alguma, me pego – começando com pronome oblíquo -, atendendo apenas a chamadas enganadas, indo somente onde não quero ir, e estando quase sempre com quem não me sinto bem. E eu tento. E eu me esforço. E eu não sei mais onde eu estou errando, ou o que posso fazer para mudar essa situação. E tudo que eu consigo pensar é sobre como eu gostaria de ser surpreendida pela vida, às vezes. Sobre como eu queria, agora, de uma vez por todas, comprovar minha tese de que tudo precisa dar errado antes de dar certo, e de que todo sofrimento acaba sendo compensado.

Odeio os dias em que eu odeio tudo. Odeio sentir isso. Odeio ficar assim. Odeio, sinceramente, ter que precisar de dias de fossa para escrever. Odeio consequentemente, ter que finalizar esta droga com aquela palavra que há tempos me persegue: e sem demasiadas explicações, só mesmo para constar... preciso dizer que ainda preciso disto. Preciso dizer que a bendita palavra continua sendo a chave. Preciso... preciso mesmo dizer... preciso realmente dizer que a palavra continua sendo... continua sendo BUSCA.


BUSCA por respostas.

Ou por ao menos uma.


E que seja boa.

sábado, 25 de julho de 2009

selá se foc, se nõa qjo doce -n faz sentido, que nem eu

é estranho falar disso agora, porque não é algo que se refere a algo recente, mas algo que agora passou pela minha cabeça. agora é meia noite e meia, amanhã é meu último dia de férias e na realidade nem faz muito sentido, analisando-se as circunstâncias, eu estar pensando sobre o que começarei a dizer na próxima frase. eu acho no mínimo engraçado, sabe? eu acho "tragicômico", como diz meu irmão, o fato de algumas pessoas simplesmente tentarem esconder coisas que foram, ou fingir que algumas coisas não aconteceram. tu olha pra uma pessoa, olha pra fotos tuas sorrindo abraçada com ela e tu diz: "CARA EU TAVA FELIZ". e de repente tu pensa que essa pessoa pode te odiar, pode te "dedar" e falar coisas que tu disse pra ela em segredo, porque confiavas nela, porque achavas que mesmo em face de um eventual fim, as lembranças imortalizariam o carinho, o que faria de "eu odeio" e "eu amava" frases impensáveis e não ditas assim normalmete como algo que tu nunca prezou e com a qual tu nunca se importou. eu acho que se tu diz EU TE AMO tu tem que realmente amar, e se tu realmente ama, tu se torna incapaz de odiar. pode ser magoado, ficar chateado, mas tem que carregar aquele clichê baita contigo: "MAS FOI TUDO TÃO BOM, EU NÃO ME ARREPENDO". as pessoas mudam, sim. mas se tu amou aquela pessoa e ela mudou, pelo menos o que se passou enquanto esse amor existiu, valeu a pena. porque por mais tosco que isso pareça, eu acho que desrespeitar um amor TEU que TU sentiu, é banalizar teu coração e fazer dele pedra, como tu nunca quis. porque tu pode até se achar forte e "QUERER" não amar, mas uma hora tu enjoa e se pega num domingo assistindo faustão, pensando em como seria bom ter alguém do teu lado te falando alguma merda ou te fazendo carinho *fique claro, não cheguei nessa fase*. e falando em domingo, até o gugu saiu do sbt! e se a ELIANA ta apresentando o domingo legal, *nada contra, eu até gosto dela*, como tu podes negar as voltas que esse mundão dá? eu não imaginava, pelo menos. e por favor, convenhamos, é mais que triste que renegar um passado bom.. imagina o gugu falando mal do seus muitos e vários anos de sbt? por mais que hajam chateações, não se pode esquecer que, como diz uma música do cpm O MELHOR JA FOI MAS O MELHOR ESTÁ POR VIR, E OS DIAS RUINS TAMBÉM NÃO FORAM TÃO RUINS ASSIM. e por mais que pareça redundante, é uma coisa que tu não para pra pensar. ESQUECE o que foi de ruim e guarda na tua cabeça o que foi BOM, perdoa os outros e TE perdoa, segue tua vida mas não abandona o que te fez chegar até aqui. as vezes a gente acha que algumas coisas momentos ou pessoas são nosso fim inevitável e sonhado, mas provavelmente elas são peças importantes do quebra-cabeças, apenas. e quando tu descobre isso, o que tu faz é jogar essas peças fora, ao invés de guardar e ir montando aos pouquinhos. não te desfalca, não te sabota! não faz com que tu se arrependa de hoje estar perdendo tempo se arrependendo do que foi tão bom...


esse ano tá sendo especialmente diferente.

aconteceram todas as coisas no mundo que eu não imaginava um ano atrás.



passei o dia em blumenau hoje.

comprei roupa nova, comi pra caralho, e vi casas destruídas da enchente, ainda.

massa a massa hein pai... eunaori


preciso de mais ferias, ou de motivação pra voltar pra aula...

preciso aprender a dirigir (-n), a estudar mais tempo, falar menos, e a tocar violão.


preciso de você (quem?) /de mim, de mais tempo, e de mais organização.



borboletas sempre voltam e isso é totalmente gay -sem preconceito.








vou escovar os dentes :*




Quem sou eu

Minha foto
Letícia Gonçalves, catarinense, joinvilense, estudante de jornalismo.

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