Costumo dizer que sempre deixamos muito de nós no que escrevemos, portanto aqui tem tudo que eu penso, quero, e sou. Talvez essa seja a causa da minha "quase-obsessão" por escrever: querer e tentar me conhecer melhor. Eu escrevo muito, e funciona como uma terapia para mim. Mas isso não quer dizer que eu escreva bem! São apenas tentativas de expressar sentimentos, de dizer o que não pode ser dito, e de se sentir o que se diz por desejar. São relatos, desabafos, manhas, crises e MOMENTOS ANÍMICOS.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
É NATAL.
Acho que a questão não é desistir do que sempre quis, mas sim buscar um novo querer.
Talvez nem por tanto tempo, mas por tempo suficiente.
Talvez não seja igual... Mas sempre pode ser melhor!
Acho que quando vale a pena, esperar não cansa. Mas esperar de braços cruzados é pedir para as coisas acontecerem de qualquer jeito, e a vida não merece acontecer de qualquer jeito.
Tem que ser daquele jeito.
E eu só tô lutando pra que seja.
Pra que seja assim... Exatamente como eu nunca pensei, exatamente como deveria ser, como precisa ser... Do melhor jeito possível!
"Prometer é duvidar, é não acreditar." O que eu sonhava - Banda Hori.
Hoje É NATAL.
Eu amo isso.
Ganhei de presente algumas dúvidas extras...
Praia amanhã. Oba =)
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
uma semana pro natal.
A falta de inspiração é o maior paradoxo que existe. A falta de inspiração torna-se uma inspiração maior ainda do que se tivesse alguma, já que tantas vezes aquilo que VERDADEIRAMENTE sentimos não pode ser traduzido em palavras.
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Momento anímico madrugal de 17 de Dezembro:
Cada palavra, gesto, movimento
Cada sussuro, cada dia e momento
Cada segundo, ou instante sonolento
De tão breve se torna incrivelmente lento
Pela imensidão que adquire apesar do curto tempo
Como um grão de poeira que voa mais rápido que o vento.
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Como se o mundo tivesse parado,
As cores se alterado,
Como se nada fosse capaz de fazer voltar ao normal.
Como se o calor passasse a ser gelado,
O mundo gritasse calado,
Como se nada pudesse não ser paradoxal.
Como se isso fizesse sentido
Se a própria derrota não tivesse assistido,
Se as pessoas fossem capazes de entender...
Que não precisavam ter rido.
Que não precisavam ter mentido.
Mas agora é difícil esquecer.
Agora é difícil.
Agora é.
Agora.
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Esse é velho, mas ainda não tinha postado aqui:
E as noites não são escuras porque assim é melhor para dormir. E os dias não são claros para que seja possível caminhar sem tropeçar. E o amor ainda existe. E a vida continua! A poesia morre a cada desistência, e ressurge como fênix no peito da esperança. Na escuridão é que se procura a luz, e na luz o escuro se omite, mas ainda existe.
Mas não entendem.
É pena.
Quem sou eu
- Letícia Gonçalves
- Letícia Gonçalves, catarinense, joinvilense, estudante de jornalismo.