quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Saudade. É AMANHÃ! (amo fazer aniversário, beijos)

Eu deveria estar estudando para a prova de história, mas fiquei com vontade de digitar - e postar aqui - um texto que surgiu num momento anímico no meio de uma aula de redação na qual eu estava prestes a dormir. :)

MOMENTO ANÍMICO

A inspiração é pouca, mas o amor é muito. E de tão grande se faz infinito num curto espaço de tempo. Infindável constância inconstante faz volúveis virarem amantes parciais, mas de que vale a parcela se é o todo o que eu quero? E de que vale o amor se a eternidade é relativa? E de que vale tal relatividade se o próprio autor não sabe mais o que ela significa? Sou a exceção da regra que excetua. Sou a parte do eterno que é sem fim. Sou a chama que se apaga e não morre. O poeta que inventa paixões para não ter que deixar de amar. E afinal, que é amor? A parte da dor que faz bem, ou parte do bem que dói? Palavras não bastam e por isso falham. Meu sentimento é muito pro pouco que faço por ele. Meu coração é incapaz de suportar o que guardo, o que escondo de mim por medo. E medo de amar não vale a pena. E medo de amar é temer ser feliz. E é o medo de temer a felicidade que me torna agora falsa amante. Que de desilusão, forja um amor inexistente, que ama tão precocemente, que de amor morre. De amor morre o poeta, e nasce o inconstante. Do inconstante vem a ilusão, que forma outro amor, outro poeta, outra desistência, amor forjado, outro inconstante e, na constância dessa loucura, forma-se o amor verdadeiro: pouco ou muito romântico, mas completamente sem razão.




"Inconstante", para aqueles que não leram "A moreninha", tem o sentido de "galinha", mesmo.



amanhã é meu aniversário.

oba. =)













(uowww, momento anímico AGORIIINHA fresquinho aí embaixo)

Ai, que saudades do que não se foi. Que saudades de quem não está perto, mas que também não está perto de estar longe. Saudades de uma época nem tão distante, de um abraço nada desconhecido, de palavras completamente batidas, e de sentir o perfume que sinto todo o tempo, no ar. Que saudades do que eu achei esquecido, do que eu pensei mas não senti, do que eu sinto agora e penso todo o tempo: todo o tempo que penso. Que saudades do que eu sei que logo virá, do que eu sei que logo já terá ido, do que eu sei que eu sinto saudade. Que saudades disso que me dói agora e que, presente na dor, não mata saudade, mas mata o que eu tinha de sossego, mata o que eu tinha de tranquilidade, mata o que não resta mais. Que saudades do que sinto falta. Do que sinto... Do que falta!





Vou tomar um banho e estudar.
É amanhã.



Quantas vezes eu já disse isso?

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Minha inspiração se foi.

Talvez eu deva agradecer.




Medo.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

todos os textos aqui são meus, por favor coloquem créditos quando copiarem! :/

A gente tenta ser agradável com as pessoas erradas, e acaba se auto-punindo quando percebe que pareceu babaca. A gente tenta parecer inteligente perto de gente que é inteligente, e ao invés de parecer "do meio", a gente fica, de novo, de babaca. A gente tenta ser legal, e parece babaca. A gente tenta ser engraçado, e parece babaca. A gente tenta escrever algo que preste, e só sai coisa babaca! Eu, particularmente, odeio a palavra "babaca". É que nem "maravilhoso" ou "fantástico". Quem fala, passa por babaca. Babaquice maior que essas, só existe a de pensar que não se é babaca, quando na realidade é. Gente que se acha inturmada demais e na verdade paga de babaca, é menos ou mais frustrada do que quem é de fato inturmado e só tem amigos babacas? Que conversa babaca, hein?! O fato é que a gente tenta ser milhares de coisas, e pessoas, e não vê que só deixa de ser babaca quem não deixa de ser o que é, por mais babaca que seja. E daí se isso não faz sentido pra você? Tantas coisas não fazem sentido para mim! Qual o sentido na discriminação, no preconceito? Qual o sentido de acreditar em um Deus que pune e castiga? Não é notado aí um paradoxo? Se Deus é bondade e amor supremo, como deixa uns nascerem pobres e outros ricos? Como permite que uns tenham oportunidade de nascerem saudáveis e fortes, enquanto outros nascem com deficiências ou doenças que dificultam muitas vezes a vida social, e causam dor!? QUE DEUS É ESSE? Um Deus no qual eu não acredito, certamente. Eu creio em um Deus que AMA, em um Deus que CUIDA, em um Deus que NÃO PUNE, mas nos dá o livre arbítrio para fazermos nossas escolhas, e ainda me concede, veja só, outras oportunidades, para que eu possa alcançar o degrau mais alto, que me faça ficar mais perto Dele! Eu acredito em Reencarnação, no AMOR divino e na EVOLUÇÃO. Eu não acredito em destino, não acredito em sorte, e acho que "azar", cada um faz o seu. Não acredito em fim, mas em passagem. Não acredito em muitas coisas, mas acredito em mim, em você, e no PROGRESSO. Acredito em et's, acredito em Jesus, e na Ciência. Não acredito em tudo que me dizem, mas também não desconsidero uma só palavra. Não sou melhor, nem pior. Não sou moralista, não sou perfeita, não sou completamente certa ou qualquer coisa assim. Eu sou Brasileira, sou Catarinense, Joinvillense, Libriana, Futura Jornalista, e sou Espírita, com muito ORGULHO!

Meu nome é Letícia Gonçalves, muito prazer.









dia bom.
de certa maneira imaginei que essas coisas que me deixaram feliz hoje fossem acontecer.
de certa maneira imaginei que acontecessem por agora.
mas de qualquer maneira, também pensei que pudesse ficar só na imaginação.

tô feliz.




TWITTER/LELOKAH

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Pode ser tudo, menos saudade.
Pode ser muitas coisas, inclusive raiva.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Não tenho saco pra atualizar.

Bate o frio.
Bate a consciência.
Bate o desespero.
Bate os dentes,
e range,
reclama,
mas sorri.

Não sabe o que diz.
Não sabe se diz.
Não sabe o que fazer,
e por isso não faz nada.
E pensa,
mas não levanta.
E sabe,
mas não age.
Para de sorrir.

Não faz sentido.
Não tem sentido.
Não quer senti-lo,
mas sente,
é amor.

Não quer aguentar,
ou sequer tentar,
não quer disfarçar,
porque sofre.
Porque ama.
Porque não é amada.
Sorri amarelo,
porque já não tem mais lágrimas.

A preguiça toma conta.
A vida continua.
O amor permanece,
e prevalece.
Não morre.
Mas não parece viver.

Saudade, saudade, saudade.
Vida, vida, vida.
A lua cheia,
já não diz mais nada.
E continuam sem entender,
que de amantes,
o hospício está cheio.
E o inferno,
de boas intenções.

Eu perdoo.
Hipocrisia.
Maluca, sim.
Apaixonada, mais.

Café com pão, dizia.









E dói.

Quem sou eu

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Letícia Gonçalves, catarinense, joinvilense, estudante de jornalismo.

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