quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Expectativa é uma palavra que serve de eufemismo para "medo ansioso". Talvez seja perda de tempo, sofrimento por antecipação, prolongar a espera quando justamente o que se quer é que tudo aconteça logo, porém que dure tempo o suficiente para podermos dizer que valeu a pena. E eu digo que é prolongar a espera exatamente por saber como as coisas que esperamos parecem demorar mais. E depois percebemos como as horas voaram, e que não tem volta.

Eu não quero esse medo ansioso, essa angústia, esse terror ao fracasso.

Eu quero paz, tranquilidade, e principalmente confiança.

Vestibular anda ocupando boa parte dos meus pensamentos, e espero que não tome conta de mim antes da hora...

Aindaaaaaaaaaaaaaaaaaa não, né?!







- Desencaixou. Quebrou. Não dá para colar.


Remendo mal feito a gente reconhece de longe.
















Cadê?

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Momentos anímicos podem ser curtos e literalmente momentâneos, como também podem ser longos, tornando-se fases. Não importando o tamanho, o que todos os tipos têm em comum é o fato de não poderem ser interrompidos. São únicos, assim como certas coisas na vida... Daí a importância em registrá-los.






Acabei de perder um. Droga.

É que nem sonho, a gente tem que escrever logo que acorda!


Sem inspiração, justamente quando eu tenho todos os motivos do mundo pra me inspirar.







Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh, obrigada!!!!



MUITO FELIZ :)




#FALLINGFORYOU



sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

É NATAL.

Não que eu acredite que esperança tenha limites... Mas tenho certeza de que felicidade não tem!

Acho que a questão não é desistir do que sempre quis, mas sim buscar um novo querer.


Talvez nem por tanto tempo, mas por tempo suficiente.

Talvez não seja igual... Mas sempre pode ser melhor!

Acho que quando vale a pena, esperar não cansa. Mas esperar de braços cruzados é pedir para as coisas acontecerem de qualquer jeito, e a vida não merece acontecer de qualquer jeito.

Tem que ser daquele jeito.

E eu só tô lutando pra que seja.

Pra que seja assim... Exatamente como eu nunca pensei, exatamente como deveria ser, como precisa ser... Do melhor jeito possível!


"Prometer é duvidar, é não acreditar." O que eu sonhava - Banda Hori.



Hoje É NATAL.

Eu amo isso.




Ganhei de presente algumas dúvidas extras...


Praia amanhã. Oba =)

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

uma semana pro natal.

A primeira coisa que precisa ser clara na mente de alguém que escreve, é que não só a verdade serve de inspiração. Não só sentimentos existentes, acontecimentos reais, não só realidade ou desejos inspiram alguém. Cazuza já dizia... "O nosso amor a gente inventa pra se distrair", e eu acho que é bem por aí. Tem gente que se assusta com as coisas que eu escrevo, e por isso eu preciso deixar claro que quase sempre as minhas palavras são frutos de coisas que eu não sinto, ou que sinto tão intimamente, que não podem ser tratadas como algo REAL ou CONCRETO. O que eu tento dizer é que quem fala de amor não precisa amar, que quem fala de dor não precisa sofrer, que quem fala da vida e escreve o que ela inspira, apenas expõe em palavras o que gostaria de dizer, e não necessariamente por causa de quaisquer necessidades provenientes de situações vividas...

A falta de inspiração é o maior paradoxo que existe.
A falta de inspiração torna-se uma inspiração maior ainda do que se tivesse alguma, já que tantas vezes aquilo que VERDADEIRAMENTE sentimos não pode ser traduzido em palavras.

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Momento anímico madrugal de 17 de Dezembro:


Cada palavra, gesto, movimento
Cada sussuro, cada dia e momento
Cada segundo, ou instante sonolento
De tão breve se torna incrivelmente lento
Pela imensidão que adquire apesar do curto tempo
Como um grão de poeira que voa mais rápido que o vento.


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Como se o mundo tivesse parado,
As cores se alterado,
Como se nada fosse capaz de fazer voltar ao normal.
Como se o calor passasse a ser gelado,
O mundo gritasse calado,
Como se nada pudesse não ser paradoxal.
Como se isso fizesse sentido
Se a própria derrota não tivesse assistido,
Se as pessoas fossem capazes de entender...
Que não precisavam ter rido.
Que não precisavam ter mentido.
Mas agora é difícil esquecer.

Agora é difícil.
Agora é.
Agora.



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Esse é velho, mas ainda não tinha postado aqui:

E as noites não são escuras porque assim é melhor para dormir. E os dias não são claros para que seja possível caminhar sem tropeçar. E o amor ainda existe. E a vida continua! A poesia morre a cada desistência, e ressurge como fênix no peito da esperança. Na escuridão é que se procura a luz, e na luz o escuro se omite, mas ainda existe.

Mas não entendem.

É pena.


domingo, 15 de novembro de 2009

Tá faltando...

Alguma coisa.

www.cerejanascostas.blogspot.com atualizado :*

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

www.cerejanascostas.blogspot.com

Ouvindo armandinho loucamente... demorou pra eu saber o que eu queria ouvir. Fiquei passando por várias listas de "melhores músicas de 2009" só pra tentar entender o que eu queria, e por que eu não aguentava ouvir meia música, muito menos uma inteira. Agora ouvindo váárias seguidas do armandinho, num momento nostalgia total. Lembra praia, pra mim. Fiquei mais leve. Eu tô com vontade de escrever e nem sei o que, ainda... Na realidade eu queria continuar a história que eu tô escrevendo no meu outro blog (cerejanascostas.blogspot.com), mas pra isso eu tô com preguiça. Tô cansada, sei lá. Quero tomar um banho e deitar um pouco. Preciso ler, também. E deveria ter estudado pro simulado ou pelo menos começado o trabalho de história, mas eu realmente tô a fim de fazer nada hoje. Até vi tv. Raridade.

Tô aqui toda boba de novo.

Bom se fosse por estar apaixonada, suspirando, ou sei lá.

É diferente disso.

Muito diferente.



Ai.




Saudade dói.



Lua faz
O nosso sentimento
Libertar o amor
Se enlouquecer...

Deixa a doidera bater
Prá nunca mais esquecer
Deixa a maré nos levar

Lalalalaiá, lalalalaiá, laiá!


Armandinho.




Eu acho que tô precisando de alguém...
Só pra lembrar como é bom ficar sozinha. =)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Desnecessário, totalmente fruto da indignação proveniente de uma situação, ao meu ver, ridícula.

Eu deveria definitivamente estar estudando, ou pelo menos dormindo. Acho que seria ótimo se eu perdesse a mania de escrever sobre coisas que eu não quero pensar exatamente nos momentos em que tudo que eu não posso fazer é perder tempo, muito menos com coisas que me fazem mal. Eu sei que não parece fazer sentido, mas a questão é que eu fico agoniada se não extravaso o que eu sinto, mesmo que sejam em momentos totalmente inapropriados, já que eu deveria rever prioridades e colocar a razão acima das minhas turbulentas e batidas emoções exageradamente repletas de escassez. Eu continuo sem saber por que me afeta tanto quando na verdade não faz diferença. Eu continuo sem entender meu desejo egoísta, minha quase-dor completamente paradoxal, meu sentimento cheio de nada. De nada, mesmo. Mas eu só precisava dizer: "EU DISSE". Eu precisava daquelas pessoas de novo só para poder dizer que eu avisei. Eu queria voltar no tempo, saber do futuro - que é o presente agora-, e provar para aqueles que riram de mim, que o que eu imaginei, se concretizou. Era tudo tão implicitamente claro, tão explicitamente escondido, tão radical que parecia o contrário do que tentava ser. Mas só eu via isso. Só eu. E agora só eu vejo, mais uma vez, com outros olhos. O que a dor tenta esconder, não muda a verdade. O que o amor tenta conseguir pela força, não valida o que não existe! Poderiam dizer que é o mais confortável de se pensar, mas eu sei do que eu estou falando! Eu sei que eu cito um amor inexistente proveniente de uma mentira, de uma doença, de uma coisa qualquer que não seja reciprocidade. Eu sei que se quisesse eu não iria querer, e portanto eu sei que é hipocrisia, eu sei que eu não deveria saber de nada, mas eu sei! Eu sempre soube! De alguma coisa eu deveria saber. E sabia, mesmo.

Entendo que o que eu escrevo seja confuso, exatamente porque não se sente com palavras nem se explica com sentimentos. Exatamente porque o que tento dizer é que sinto que não é certo sentir-se responsável por algo que tanto quis longe. Acho que não é normal querer tanto algo que, se lhe é oferecido, recusa. E não por desdenhar, e não por qualquer outro motivo que não seja (ou que seja) nobre. Simplesmente pelo fato de não querer. De não querer por perto, mas também não tão longe. Desejo egoísta, sentimento nutrido por algo que parece tão distante, por algo que parece inexistente, de fato.


Eu odeio me importar tanto com as coisas que não me importo.


E eu queria tanto estar ironizando, agora...









Mas com o que me importo, me importo mais.
Redundância necessária pra dizer...


"Porque eu sei que é amor.."



Quem sou eu

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Letícia Gonçalves, catarinense, joinvilense, estudante de jornalismo.

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